Série: Cloud Computing, é algo novo?

25, agosto, 2010 Cacá Sem comentários

Não. Não é algo novo. Pelo contrário: é um conceito antigo usado nos mainframes do século 20!

Mainframe antigo... fornece os serviços via terminal!

A expressão ganhou muita força por causa da virtualização que é nada mais que emular/executar uma máquina dentro de outra. Um hardware virtual com outro sistema operacional isolado da máquina real (host).

Mas por que, então, ganhou-se muito destaque? Justamente pela facilidade que se tem em distribuir novos serviços, ou seja, novas máquinas. Com a virtualização, a prática fica totalmente centralizada e perto de um clique. Não é necessário montar computadores fisicamente, instalá-los, colocar teclado e mouse e dedicar mais um ponto de rede em seu switch atolado de pontos de redes! Tudo é virtual! Maravilhoso!

Enfim… o que é um exemplo de cloud computing? Esse site. O webmail. A busca do google. Qualquer serviço que você necessite somente de um navegador ou um cliente que se conecte aos serviços específicos. Jogos onlines também são uma espécie de cloud computing. Você somente ENVIA e RECEBE dados, nunca os processa. Quando você acessa meu site, você somente RECEBE o que está escrito. Ao clicar em tal link, você ENVIA a requisição para o servidor e o servidor processa e te ENVIA novamente o seu pedido que, nesse caso, você RECEBE.

E, afinal de contas, o que é diabos Computação nas Nuvens?!?!?!?! Até agora não defini essa “bagaça”!!! Após você, leitor, ter entendido os exemplos do que é computação nas nuvens, posso esclarecidamente definir o que é! É um conceito de entrega/fornecimento de serviços! Serviços através da internet ou da rede local. Por isso a expressão computação nas nuvens. Tu não tens acesso FÍSICO aos computadores que te oferecem o email, o jogo, a busca na Internet, etc. Tudo o que acessamos está dentro de algum computador. Onde ele está localizado fisicamente ou se é real ou virtual, simplesmente não importa. Por isso a expressão “nas nuvens”. Você consegue tocar numa nuvem? Consegues tocá-la? Agarrá-la? :)

Cloud Computing NÃO se limita a virtualização, aliás, o conceito dela é novo em termos de emular um hardware virtual e não um software em si! Antes da virtualização se tornar algo divulgado, a computação em nuvens era e é os servidores normais executando Windows, Linux, etc e seus respectivos softwares de serviço como Apache, IIS, Bind, Sendmail, etc!

No próximo artigo demonstrarei a Virtualização como DataCenter! A teoria e a prática…! Aguardem! :)

Segue uma imagem do que expressarei no próximo artigo...!

Greve na USP – Por quê, quando e como.

25, maio, 2010 Cacá Sem comentários

Como todos que me conhecem, sabem que trabalho na USP de Bauru como analista de sistemas, mais especificamente na área de servidores e virtualização. Desde ontem estamos em greve. A informática da FOB (Faculdade de Odontologia de Bauru) está parada. Somos uma equipe de 6 pessoas, onde 4 são técnicos, um analista (eu) e mais o chefe. Recentemente o ilustríssimo reitor João Grandino Rodas concedeu um aumento de exatos 5,8%  para os professores. Como este ano tivemos uma inflação de mais ou menos 5,07%, foi também concedido para todos (funcionários e docentes) um reajuste salarial de 6,57%, cobrindo a inflação e dando um reajuste “real” de 1,50% em nossos salários.

A USP sempre manteve os reajustes salariais de forma isonômica. Se reajustar salários para professores, então o mesmo será feito para funcionários e vice-versa como sempre foi. Entretanto… para maiores detalhes sobre a greve e divulgação, acesse http://uspbauruemgreve.blogspot.com/ :)

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Nós somos pedreiros… virtuais!

14, abril, 2010 Cacá Sem comentários

Há uma década o mercado de TI não para de crescer. E não vamos parar por aí…

Para qualquer empresa e moradia, exigem-se construções. Não temos como ter uma empresa no centro da cidade sem estar numa construção física. Não temos como morar em algo que não seja construído. Derr… parece papo idiota, mas chegaremos lá. Uma vez entendido essa ideia, sabemos que a construção civil é algo essencial. Sempre teremos demanda disso. As mudanças sempre ocorrem, reformas são feitas, novos projetos são elaborados. E se trata de algo primordial: tendo um terreno vazio, a primeira coisa a fazer é justamente planejar e construir.

A mesma coisa serve para o mundo da TI. Hoje e no futuro, nada mais vai funcionar sem TI independentemente do foco e da intenção da empresa ou da casa por um motivo quase onipresente: a digitalização da informação. Papel? Cartas? Nada! Tudo será armazenado digitalmente  e manipulado em computadores e/ou dispositivos da mesma natureza.

email_correio

Vai uma carta "digital" aí? Ou um email "físico"?

A digitalização da informação é um caminho sem volta e só tende a crescer. Há MUITAS E MUITAS empresas ainda com a tecnologia antiga, ou seja, analógica e física: papel, fitas, cartas, documentos impressos, etc. Conforme as empresas vão se modernizando, a demanda por profissionais cresce exponencialmente.  Por ser algo relativamente novo, em torno de 20 anos, não temos como medir com algo que vem desde da pré-história que é a construção civil. Além disso, a empregabilidade na TI exige uma formação bem preparada que exige certos anos de estudos e dedicação. Se formos fazer uma comparação bem porca e rústica, seria como dizer que qualquer pessoa pode ser pedreiro por ser uma tarefa primordial que exige mais força física e repetições do que o conhecimento em si, algo que todo homem é capaz de aprender com poucos dias. Já um programador precisa estudar muito para poder colaborar na construção de um software.

Em construção!

Essa imagem lembra algo? Perfeita analogia né?

Deixo claro que não tenho intenção alguma de desvalorizar ou depreciar as profissões. Todas elas têm seu devido valor, muitas vezes de forma injusta, como no caso de pedreiro e professor aqui no Brasil: essas duas profissões deveriam ganhar muito bem, porque sem pedreiro não se constrói casas nem prédios. E sem professores não se educa e forma os profissionais. Não preciso dizer que simplesmente pararíamos no tempo se essas duas profissões resolvessem entrar em greve mundialmente (o que não ocorreria, pois nos países como Japão, professor é tratado como autoridade suprema e ganha muito bem).

Podemos, então, afirmar com a quase certeza absoluta que o papel da TI em empresas e moradias se tornou algo essencial. A própria Internet virou um item necessário como água, telefone, luz e gás. Várias situações é mais viável ficar sem telefone a ficar sem Internet!

Escrevi esta matéria por estar inspirado (nem tanto :P ) e para aproveitar e divulgar uma parceria que farei com o site www.empregati.com.br ! O site tem como objetivo se tornar um dos maiores portais divulgando as vagas atuais para trabalhar na área de TI e os eventos que ocorrem no mundo da TI. Façam bom proveito! Eu também ajudo no site :)

Empreg@ TI

Empreg@ TI

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Computador? Netbook? Notebook? Smartphone? Tablet? E agora, o quê eu escolho/faço?

31, março, 2010 Cacá 2 comentários

Olá pessoal, tudo bem? Desculpem mais uma vez por sumir do “nada”. Tive várias mudanças, vários problemas… contudo tudo se resolve com o tempo :) !

Hoje estou bastante inspirado para escrever e devo começar pela lambança que está o mundo da TI recentemente. Não tão recentemente para falar a verdade, mas há de afirmar que as dúvidas estão bem mais dispersas hoje.

A grande febre começou quando quiseram diminuir o tamanho dos Notebooks. De tela de quatorze (ou catorze, tanto faz) polegadas, o belo computador portátil oferece uma resolução de tela adequado e um tamanho robusto aliado à mobilidade. Resolveram diminuir para que a mobilidade fosse total em todos os aspectos: tamanho e peso. Mas esqueceram completamente da praticidade, na qual inviabiliza escrever algo extenso, por exemplo. Então, de 14” foi para 13”, de 13” foi para 12”, de 12” foi para 11.4”, de 11” foi para 10”… até que chegaram num novo nicho: netbooks. São bem menores em tudo: em potência, capacidade e tamanho. E são específicos, ou melhor, otimizados para navegar na Internet, daí o prefixo “net”. Boa parte deles já integram os modems 3G que basta colocar um chip duma operadora com plano de dados habilitado e sair navegando na Internet onde quiser.

netbook

Netbook da Dell disponível para consumidores brasileiros...

Smartphone é a combinação de celular com netbooks que, ironicamente, vieram depois dos smartphones. Exemplos de Smartphones? IPhone, N5900, N5800, N9000, Blackberry, N97, HTC Hero, etc. Todos eles são uma espécie de smartphone. Com eles você pode editar documentos, navegar na Internet, etc… tudo isso dependendo do sistema operacional e de sua gama de aplicativos, claro. Numa telinha minúscula!

blackberry

Uma dupla de blackberry...

Tablet… finalmente chegamos no mais indefinido de todos. Eu juro, mas até hoje não definiram direito essa “bagaça”! E não é brincadeira não! Cada empresa considera o tablet do jeito que bem entende, simples assim. O único detalhe que todas mantém é a capacidade de toque na tela, ou seja, touchscreen, como no IPhone e cia. Se tiver o tamanho de um netbook ou notebook e for sensível a toques, podemos chamá-lo de Tablet. Existe o Tablet do mundo de Desenho Industrial que são aquelas mesas digitalizadoras sensíveis por toque à caneta ou ao mouse para desenhar. Uma marca muito famosa que produz chama-se Wacom. No nosso caso aqui, discorro sobre Tablet PC… mas no fim todo mundo chama essa “budega” de Tablet. :P !

tablet1

Notebook com tela sensível e giratória, considerado como Tablet...

tablet2

Tablet da Apple, IPad...

tablet3

A verdadeira Tablet, mesa digitalizadora da Wacom...

Bem, deu para sentir olhando as imagens o grau da confusão, certo? :) ! De qualquer maneira, consideremos só os dois primeiros tablets, sendo o segundo como algo inovador.

Computador! Eeee… chegamos nele! Bem, eu já escrevi isso em outra matéria, mas vou repetir: tudo o que eu disse agora foi de computador. Todos os itens, sem exceção alguma, são computadores. Simplesmente porque eles são capazes de processar. Qualquer dispositivo eletrônico capaz de receber, processar e enviar dados é praticamente um computador. E isso inclui o painel digital do seu carro, o seu Wii, o seu roteador, etc.

Falemos então dos famosos Desktops! São computadores pessoais com teclado, mouse, gabinete (chamado equivocadamente de CPU), monitor, caixinhas de som e outros periféricos. Notebooks são nada mais que computadores pessoais portáteis e, por serem menores, sofrem algumas restrições como menos opções para atualizar e performance um pouco mais baixa. Entretanto isso tudo depende do dinheiro. Temos perfeitamente um notebook trocentas vezes mais poderoso que um desktop. Claro que este também custa duzentas vezes mais caro :P

Se você leu até aqui e ainda se pergunta “e daí?”, releia o título até o final :) !

Dúvidas e dúvidas aos montes e dispersas. E para piorar as empresas não colaboram nas descrições, encaminhamento, pós-venda, etc :( ! Eis aqui, então, um pequeno RESUMO no qual devo explicar brevemente cada item…

Desktop: se você quer acessar a Internet, escrever no Word, bater papo no MSN, sugiro um notebook! Ocupa menos espaço, é fácil de se acostumar, consome menos e custa ligeiramente um pouco mais caro. Acredite: se você quer tarefas básicas, não compre um desktop. É jogar espaço físico fora, gastar mais na conta de energia no final do mês, empoeirar o gabinete, etc! Se você quer jogar ou fazer tarefas mais pesadas, como editar vídeo, desenvolver, etc, aí sim! Vá de desktop e monte um bom lugar para acomodá-lo.

Notebook: extremamente útil para quem precisa de um computador portátil com a mesma potência de um desktop. Configurações mais potentes de notebooks tendem a ser MUITO mais caras que as equivalentes para desktop. Se você possui dinheiro e/ou precisa mesmo, vale a pena. Ainda mais se tu tiveres pouco espaço físico.

Netbook: não vá pensar que isso serve para assistir vídeo, para jogar, editar vídeo, seja o que for… porque não serve. Guarde isso em sua cabeça para sempre! Não COMPRE um netbook pensando em digitar todo seu trabalho nele. Netbook serve só para “uma” coisa: navegar. O pior de tudo é que tem uns modelos tão ruins que nem para navegar presta de tão lento que fica! Em suma, netbook só serve para navegar, carregar arquivos, fazer rápidas anotações e apresentar trabalhos (leves, pelo amor de deus! Nada de apresentar projetos do AutoCAD nem de PPT – apresentação do powerpoint – de 300MBs).

Tablet: até hoje nunca vi alguém usar efetivamente um tablet notebook como o da primeira foto na seção tablet… e sendo mais sincero ainda, só vejo utilidade nele nos dispositivos que precisam economizar espaço como IPhone. A real é que é melhor ter um toque eficiente como o do IPhone a ter uma tela sensível a toques e, embaixo, ter um teclado físico. Pode ser o que o IPad proporcione de vez: um “tablet pc autêntico”. Muitos aqui vão achar que estou puxando sardinha da Apple, mas não estou: analisei friamente a tendência. Posso estar errado? Claro!

Smartphone: celulares com capacidade de acesso à Internet, aplicativos, email, etc. Ideal para aqueles que precisam de funcionalidades agregadas pela Internet. Se tu queres um celular somente para falar e mandar mensagem, nem perca teu tempo com smartphone!

Bem… esse foi só o começo duma breve consultoria que pretendo começar com os computadores no mundo doméstico e empresarial. As breves descrições que fiz dão apenas uma clareada na confusão de modelos e nichos dos dispositivos. Ainda há muito pela frente, como o fator configuração, modelo, funcionalidade e outros aspectos… até lá pessoal! :)

Celulares, que pé no saco!

21, setembro, 2009 Cacá 8 comentários

É isso mesmo: pé no saco! Muitas variedades, marcas, enganações, falsificações, modelos, enfim, tudo o que eu possa enquadrar para os celulares.

Pode parecer engraçado, mas eu sempre fui uma pessoa meio conservadora em tecnologia. Eu sempre procuro a necessidade e não o consumismo. Vocês podem ver que praticamente tudo o que escrevo aqui se parte da necessidade e não da pura vontade de querer algo novo. Apesar da minha mentalidade no aspecto da atualização ser muito radical, no fundo eu prezo muito mais pela estabilidade e necessidade.

Vejamos um bom exemplo: meu foco na virtualização dos servidores. Nesse ponto sou totalmente radical, pois a virtualização só traz benefícios. Os ditos conservadores, ou melhor, macacos velhos, no mundo da TI não movem um dedo nessa área por simples falta de informação ou teimosia. Mas esse não é o foco da minha matéria…

Minha vida nos celulares é cômica: eu sou deficiente auditivo e gago, portanto nunca tive vontade e interesse em falar ao telefone, ao celular, etc. Sempre preferi conversar via texto ou pessoalmente. Contudo, nós vamos evoluindo: cada dia que passa menos eu gaguejo e me acostumo mais aos sons “metálicos”, providos pelos aparelhos digitais. Foi o primeiro passo para eu adquirir um celular.

Esse foi meu primeiro celular!

Esse foi meu primeiro celular!

As mudanças foram boas. Naquela época tínhamos poucos celulares e poucas marcas/modelos. Dava para saber bem o que era bom ou o que era ruim. Mas… e hoje? Hoje virou uma bagunça! Aliás, já está essa confusão há alguns anos! Ninguém mais sabe o que escolher direito e troca de aparelho como se fosse cueca/calcinha! Eu mesmo acabei entrando nessa sem querer. Já possuo meu quinto celular e estou pensando no próximo! Porém… venho aqui lhes alertar de uma coisa: vocês realmente precisam do que almejam? Pode parecer piada, mas não é. Muitas vezes o pessoal cria a necessidade e não a sente! E fazem isso sem perceber.

Muitas pessoas só querem um celular para receber e enviar mensagem, escutar e falar ao celular e só. Um modelo como o meu primeiro celular está de bom tamanho, porém atualizado, claro. Não é preciso algo a mais além disso. Mas já para quem trabalha com comunicação online, etc e realmente precisa, nada mais justo do que comprar um celular mais parrudo. Mas a maioria… definitivamente… não precisa!

O baixo custo e a massificação em vendas favorecem para que o pessoal compre cada vez aparelhos mais sofisticados, mas muitos caem nos planos das operadoras: vendem o celular robusto a preço de banana mas cobram um plano que dá um lucro desgraçado para elas e acaba com o bolso do consumidor. É o chamado pseudo-subsídio do aparelho…!

Ele é lindo né? IPhone 3GS

Ele é lindo né? IPhone 3GS

N9000 da Nokia, provável "matador" do IPhone 3GS

N9000 da Nokia, provável "matador" do IPhone 3GS

Acima vocês podem ver os celulares, ou melhor, smartphones, mais “top” de linha. O N9000 foi lançado faz poucos dias ou nem foi lançado ainda… mas virá para chacoalhar o concorrente da Apple. Se vai matar ou não, eu prefiro não opinar. Apesar dos N9000 ser infinitamente superior ao IPhone 3GS em aspectos técnicos e de possibilidades, a Apple sabe fazer AQUELA usabilidade que qualquer pessoa do planeta saiba usar. Além disso, possui um toque muito mais apurado que o resto, exceto do N9000 que ainda não foi experimentado.  Ambos, avulsos, sem planos com operadoras, custam em média de 700 dólares. Enfim, esses celulares só servem para a gente babar e criar necessidades. Pare e pense: você realmente precisa disso tudo?

Falemos de mim: eu preciso. Preciso de um N9000, pois a minha intenção é ficar 24hs conectado, tirar fotos, mandar mensagem e email, falar ao celular e ter um celular de “grife”. Mas… precisar é uma coisa, querer é outra e poder ainda é outra! Vejam como a situação é complexa!

Para saciar a vontade dos menos favorecidos… temos as famosas falsificações!!! MP12, MP15, MP8… meu deus! Nada disso existe! É puro marketing! Para começo de conversa, MP3 e MP4 são formatos e algoritmos utilizados em áudio e vídeo, respectivamente. Nada tem a ver com o número de funcionalidades. Quando a febre disso começou, foi pelo tocador MP3 que era uma forma de designar que aquele aparelho tocava o formato MP3 que é uma compressão utilizada em áudio! Quando veio o tocador MP4, significava que o dispositivo executava os vídeos, geralmente, em formato MP4. A partir daí é conversa para boi dormir: MP5, MP6… nada disso existe. Mas foi usado para marketing para designar a quantidade de funções que o aparelho pode ter (que também tem nada ver com o número!) e, quanto maior o número, melhor ele é. O povo, como sempre, caiu que nem um patinho! Calma, se você caiu, não se ofenda, todo mundo cai e eu já também caí em muitas outras áreas!

Isso é uma porcaria QUANDO comparado com o original...

Isso é uma porcaria QUANDO comparado com o original...

Recentemente mexi um HIPhone… que beleza! Como diria um amigo meu que trampa no mesmo ambiente de trabalho: uma bosta! (marcando na orelha com as pontas dos dedos como forma de dizer que está bom). Como eu já havia mexido num IPhone, num N8000, num HTC… putz grila! Esse HIPhone foi uma decepção total! Para vocês terem ideia, os caras utilizaram um tradutor automatizado (como o tradutor do Google) para colocar a interface em Português! Nem preciso dizer a maravilha que ficou né? A interface é lenta, o toque é todo desconfigurado, etc. Enfim… o povo só compra porque nunca mexeu em produtos de qualidade. É a mesma coisa que acontece com os teclados e mouses: o povo se contenta com teclados da multilaser porque simplesmente nunca pôde escrever num da DELL, Microsoft, Logitech… mas eu não quero dizer que sejam pessoas ignorantes, apenas não têm dinheiro e/ou oportunidade para comprar produtos de qualidade.

De forma “legalizada”, o IPhone 3GS custa em média 2500 reais. Um HIphone custa 400 reais. Nosso país dificulta para que tenhamos produtos de boa qualidade, infelizmente!

Vou parando por aqui… acabou sendo mais um desabafo meu :x !!! Opinem, comentem, espalhem! Sempre é bom estarmos conscientes do que compramos e do que realmente precisamos…! Devo aumentar meu ritmo aqui em breve!

Se antivírus não prestam, então o quê fazer?

5, abril, 2009 Cacá 6 comentários

Boa parte do pessoal deve estar pensando no título desse artigo. Cada dia que passa, mais eu confirmo a lógica do meu artigo anterior: o problema está nas pessoas. Sempre esteve. E sempre estará.

Os parágrafos adiantes terão um conteúdo meio filosófico e teórico. Recomendo que todos leiam com calma, pois esclarecem muitas dúvidas conceituais que ajudam no nosso dia-a-dia em todas áreas. Mas se você é daqueles – bobos mesmo :P – apressados e só quer ver o objetivo principal, vá direto para a frase “Agora finalmente… o quê diabos fazer?”.

Segurança é algo muito abrangente. Pode-se falar sobre segurança física, segurança integral, segurança virtual, segurança corporal, etc. Na maior parte dessas seguranças, a atitude do ser humano [quase] sempre é a ação, causa, efeito e reação. Pareceu complicado? Só parece. É mais simples do que imaginávamos. Segurança que nós não podemos ter o controle são aquelas de ordem natural quando não temos tecnologia suficiente para controlá-la. Um exemplo bem clássico seria de um asteroide – essa palavra não tem mais acento! – atingir a Terra. Não temos como impedir que o asteroide impacte na Terra por simplesmente não termos tecnologia espacial madura a ponto de lançarmos um foguete eficiente que confronte o objeto espacial. Você até pode pensar que atualmente temos planos para esse lance, mas falar é uma coisa… quando na prática se torna tudo completamente diferente. E é o que sempre acontece na tecnologia em geral. Falam demais, fazem pouco. Ah sim, ao ver o lado da medicina, a tecnologia nessa área também é precária na segurança corporal! Não temos um meio eficiente de monitorar [e garantir] nossa saúde contra possíveis riscos que podem acontecer quando menos esperamos: infarto, avc, aneurisma, derrame, hemorragia interna (eu já tive no esôfago)…

Após essa introdução meio filosófica, voltemos aos antivírus!

A segurança virtual é algo sério. Muito mais sério do que nós pensamos. Trata-se de dados pessoais, empresariais, comprometidos, etc. A situação piora mais ainda porque os dados digitais não regem a lei do meio físico: roubar dados não é “roubar”. É copiar. Você NUNCA vai roubar, no sentido completo do verbo, um dado digital. Sempre vai fazer cópia dele. O ato de roubar está em somente saber o que é diante duma situação não autorizada. Roubar no meio físico implica em, além de você ter o material e saber o que é, tirar de onde estava. Com o dado digital isso NUNCA vai acontecer. O custo da cópia do mesmo é ZERO. Copiar um livro compilado em PDF não implica no desgaste do original e muito menos em custos com a cópia. É claro que se a pessoa APAGAR depois de copiado, teremos o mesmo efeito de roubar no meio físico. Mas aí é outra história. Além disso, temos um detalhe muito importante: você deve ter reparado que usei o verbo roubar. E você sabe que furtar é diferente de roubar apesar de terem os mesmos significados. Caso não saiba, roubar é quando a vítima sabe e está presente. Furtar é quando a vítima está ou não presente, mas não sabe que foi… roubada! O que isso quer dizer? Na segurança virtual o furto é INFINITAMENTE mais fácil de ser cometido em vez do roubo!

E eu falei que ia voltar aos antivírus e acabei explicando outras coisas! Tá difícil né? :) ! Mas é importante entender conceitos, pois são eles que fazem nós fazermos aquela cara de “ahhhhhh… agora faz sentiiiiiiido”!

Agora vai… eu acho! :P !

Na segurança virtual, assim como em [quase] todas, há uma coisa muito importante chamada Engenharia Social. Leia em voz alta: ENGENHARIA SOCIAL. E engenharia social é nada mais do que persuadir as pessoas de acordo com a sua vontade e reais intenções, sejam elas malignas ou boníssimas. A pesuasão leva a pessoa fornecer informações sem que saiba da real situação. Aí que está o GRANDE desfecho do problema da segurança virtual. Um exemplo prático e notável é receber um email dizendo aquela linda e grandíssima frase chocante: “Oi, tudo bem querido? Lembra daquelas fotos que fizemos juntos? Elas estão aqui em anexo! Beijão amor, esperamos fazer novamente…”! O usuário, persuadido pela frase e pela própria curiosidade, vai lá e abre as “fotos” com as lindas e belas extensões .EXE, .SCR, .BAT, .CMD ou .COM. Nem ao menos repara qual era a extensão. Mas aí temos um outro problema grave que NÃO é do usuário: o Windows, por padrão, oculta as extensões… contribuindo enormemente para a falta de atenção!

Como pode ver, você acabou de ler um fato bem comum, porém bem simples e que não ajuda em droga alguma, sendo sincero! Voltemos um pouco nas explicações, onde entraremos inevitavelmente na parte técnica. Recomento ler a matéria anterior a essa antes de prosseguir!

Quando baixamos algum programa da Internet para instalar em nossos computadores, este pode ser confiável (de entidade autorizada), legal (original), ilegal (pirata), malicioso (criado para roubar dados)…! Em sites confiáveis, ou seja, sites criadores do programa que queremos baixar, a possibilidade do programa ser malicioso é QUASE zero. Em segurança nós temos um lema que rege em todo o lugar: não existe a palavra impossível nem certeza absoluta. Para efeito prático [e extremamente técnico], podemos supor que o endereço http://www.microsoft.com.br/downloads/?target=WMV9.exe tenha o DNS invadido e seja redirecionado para outro programa. Isso quer dizer que, apesar do endereço ser autêntico, ele teve o redirecionamento dele alterado para outro endereço que só saberemos após clicar no mesmo. Junte a falta de conhecimento técnico do usuário com a inocência do pobrezinho e a festa da invasão de dados está feita! Se você não entendeu, não se preocupe, é algo bem difícil de acontecer, pois hoje em dia a segurança dos servidores DNS – são computadores responsáveis pela tradução dos endereços que vemos amigavelmente como www.carlosfrederico.com.br – é efetiva a ponto de ser raríssima tais invasões. Mas como eu disse… segurança não é 100% e pode acontecer!

O parágrafo acima foi a melhor maneira de descrever uma situação onde o usuário não tem muita culpa na falta de segurança virtual. Problemas com softwares acontecem aos montes e devem ser monitorados para serem atualizados. Falhas de programas levam às invasões sem intervenção alguma do usuário. Essas falhas são dadas como críticas. Uma bela e chocante situação disso foi o famoso vírus Blaster ou Lovesan. O vírus invadia as máquinas dos usuários e tornava os computadores em zumbi, uma terminologia usada na informática para descrever computadores que são controlados externamente (remotamente) e executam tarefas definidas pelos programas, no caso, os vírus. Uma rede de computadores zumbis pode ser usada para gerar tráfego num site, por exemplo, afim de prejudicar o funcionamento do mesmo.

E a culpa era de quem? Do usuário? Não! Da Microsoft! Falha de segurança de software – sistema operacional Windows. Porém, após a disponibilização do conserto para a falha, muitos usuários ignoravam ou não procuravam saber e a festa do Lovesan continuava. Então, nesse caso, a culpa já passa a fazer parte do usuário! Foi uma batalha árdua para que fosse combatido de vez. De acordo com as minhas experiências, ainda deve existir uns computadores pingados por aí infectados com o Blaster…

Entendidos, a parte técnica praticamente acabou. Na realidade eu estou mentindo… pois isso é só o começo do início do começo. Mas não vai ser a parte técnica que resolverá o problema. Se resolvesse, os antivírus acabariam com os problemas :) , quando na realidade só pioram e nos fazem de palhaços… :P !

Agora finalmente… o quê diabos fazer? A lista do que fazer e não fazer é muito longa. Impossível de ser descrita por completo. Eu não pego vírus nem trojan porque tenho quase 18 anos de experiência com Informática e mesmo assim posso ainda cair feito um patinho, contradizendo que eu “não pego vírus nem trojan”. Abaixo seguirão algumas dicas cruciais e válidas para o resto de suas vidas, pois a real segurança é preventiva e ativa.

  • Senhas: nunca crie uma senha fácil de se deduzir. Nunca. Nunca coloque uma senha que possua somente algum dado conhecido como data de nascimento, etc. São fáceis de serem quebradas para quem está disposto a te espionar realmente. Senhas complexas NÃO implicam em “54sfdoi5“. É a péssima mania que o pessoal tem, pois “54sfdoi5” e “andardebikepossuem o mesmo efeito. Senhas complexas são aquelas que NADA tem a ver com o serviço que você usa nem informações pessoais acessíveis ao público, como seu nome completo. Então, para não se perder nas senhas, crie senhas longas, porém fáceis de se lembrar sendo algo único que você pensou. Minhas senhas possuem mais de 15 caracteres e eu lembro de todas elas. Sou um mestre da memória? Nada. São palavras com palavras. Dessa forma, elas, além de serem difíceis de serem quebradas por força bruta e/ou dicionários, são fáceis de serem lembradas pelo usuário.
  • Programas: ao baixar programas, sempre prefira os profissionais (na alternativa de não existir um opensource tão ou mais eficiente) ou opensource, ou seja, de código fonte aberto. Para quê vou usar o CuteFTP quando tenho o FileZilla que faz a mesma coisa e é livre? Ah sim… e claro, baixe-os SEMPRE dos sites oficiais, o que significa ESQUECER de vez os sites www.superdownloads.com.br, www.baixaki.com.br, etc. Esses sites me dão náusea e só servem para uma coisa: pesquisar a variedade de programas. Ao encontrar o programa, vá ao site dele e baixe. Dessa forma você evita o risco de baixar uma versão antiga provida pelos sites de organização de programas e foge do risco de eles terem alguma falha explorada que faça você pegar algum arquivo malicioso.
  • Email: os emails pagos são uma ironia de mau gosto… nenhum deles bate em qualidade quando comparados aos serviços do Yahoo e PRINCIPALMENTE do GMail. Piada de M-A-U G-O-S-T-O! Faça questão de soletrar isso que acabei de escrever. O antispam do GMail é tão fantástico que reduz o risco de pegar vírus e/ou ser enganado pela engenharia social feita via email em quase 99%. Fuja do Hotmail.
  • Comunicadores Instantâneos: msn, icq (vixie, existe ainda? :P ), pidgin, miranda, aol, jabber… todos eles são clientes. E praticamente nenhum deles possuem falhas que permitam executar alguma coisa sem intervenção do usuário. Já tiveram? Claro. Mas digo atualmente…! Isso quer dizer que se você pegou vírus através deles, foi culpa sua! Sim, você é o culpado. Culpado por clicar no link “veja minha linda foto em http://www.eusoubobo.com.br/linda_foto.cmd”. Você acabou de ser vítima duma engenharia social e não duma falha de segurança! Extensões CMD, BAT, PIF, SCR, EXE e COM não são extensões de fotos! Se você clicar no link e receber uma janela para salvar ou abrir tal arquivo chamado “foto_2_dos_filhos.CMD”, é nada mais que um arquivo executável que pode ter funções maliciosas! As extensões que mencionei acima possuem o MESMO EFEITO de um arquivo com extensão EXE, porém possuem suas diferenças. Até explicaria as diferenças, mas a matéria vai ficar maior ainda do que já está!
  • Sites: evite sites desconhecidos e procure sempre focar em alguns que sejam famosos para manter suas necessidades por informações, dados, afins! Além dos sites explorarem as falhas dos navegadores (que muitas vezes faz com que o computador seja infectado sem intervenção do usuário), eles oferecem conteúdos de natureza duvidosa. E o mesmo vale para aqueles famosos por modinha que atingem o público ingênuo.
  • Atualizações: mantenha sempre seu sistema operacional atualizado. Sempre! É o que te protege, novamente, contra falhas de segurança que infectem seu computador sem uso da engenharia social.
É o seu amigo do Windows! Mantenha-no ativado e atualizado!

É o seu amigo do Windows! Mantenha-no ativado e atualizado!

  • Navegadores: esqueça o Internet Explorer. Os melhores navegadores atualmente são FireFox, Chrome e Opera. IE, Safari, etc… esqueça. Lixo e lixo. E esqueça as barras de ferramentas que os programas instalam. Barra do Yahoo, do Google, do Downloads.com, etc.,  são todas inúteis e deixam o sistema bem lento como um todo.
O trio mais eficiente atualmente...

O trio mais eficiente atualmente...

  • Sites de compra, banco, etc: ao efetuar uma compra online com cartão de crédito, verifique se o site é conhecido. Existem praticamente DUAS formas de pegarem suas senhas ou cartões de crédito: a primeira é o site sendo falso! Explicando melhor, o site imita a aparência dum oficial e voilá! Você acaba de mandar seus dados para alguém. A segunda forma é quando o SEU COMPUTADOR está infectado com algum trojan especializado em roubar senhas e cartões de créditos, fazendo com que quando você entre em algum site bancário ou efetue alguma compra online com cartão, seus dados sejam interceptados pelo teclado e mouse… e enviados ao meliante responsável pela praga instalada em seu computador! Um pequeno alerta aqui… compras onlines e sites bancários são seguros! São até mais seguros a você ir num caixa eletrônico à noite! O problema ocorre quando as pessoas utilizam o computador contaminado para acessá-los. Nem Deus salva!

Para finalizar a matéria, ou melhor, parar de escrever um pouco, aqui vão dois vídeos que produzi utilizando o software Camtasia! Como sou leigo, não esperem muito dos vídeos! Fiz com uma legenda meia-boca. Curti bastante a idéia dos vídeos… até pretendo fazer versões com narração mesmo e tudo mais! Vai ser até um tratamento para eu evoluir na minha fala :) !

Sem mais delongas… reparem com atenção nesse vídeo onde recebo um email de uma pessoa que diz que eu solicitei um documento em formato Word. Abusem da barra temporal do vídeo para entenderem melhor :) !

O próximo vídeo relata o recebimento dum email dizendo que eu precisaria baixar uma atualização do banco Bradesco…

Como vocês podem ver: mensagens forjadas, falsos links, persuasão por curiosidade, imitação de tela, etc! O e-mail não é um meio seguro de comunicação porque pode ser forjado por qualquer pessoa que possua conhecimento técnico. É fácil saber se a mensagem é forjada ou não, porém foge da capacidade técnica dos usuários normais. Por isso a festa é grande!

Infelizmente os atos maliciosos também tendem a evoluir juntamente com a segurança… por isso todo cuidado é pouco. De qualquer maneira, creio que após você ler até aqui, já estará com uma bagagem suficiente para que se proteja dos ataques mais comuns :) !

Sinta-se livre para mostrar para todos, mantendo meus créditos e um link para o site, claro ;) !

Ops… e os antivírus??? É… eles não servem mais para nada :( ! Para todos, recomendo que baixem o Avira que é gratuito: www.free-av.com! É o “melhorzinho” nesse momento. Muito bom para ajudar os mais desatentos, porém longe de ser uma fonte confiável em segurança total! A segurança depende de você, do seu bom senso!

Outro site legal para verificar se programas são trojans, vírus, malwares, etc: www.virustotal.com. Nesse site vocês poderão ver como os antivírus são ineficientes… e os falsos-positivos!

Até a próxima! Novos serviços virão :) !

Vídeos, a melhor forma de mostrar…

29, março, 2009 Cacá 1 comentário

como fazer! Desculpem pela falta de atualização, mas estive de molho por quase duas semanas devido alguns motivos, no mínimo, bizarros! Um dia eu relatarei aqui para que vocês possam dar boas risadas :) !

Já faz quase três semanas que estou escrevendo a minha próxima matéria! Sim, três semanas! A próxima matéria será para aprender, de um modo geral, a não cair nas armadilhas do mundo virtual. Entretanto, quero fazer de forma bem intuitiva para que todos compreendam! E, para isso, utilizarei vídeos!

Depois da matéria ser publicada, atualizarei a parte de serviços que contaremos com a mesma forma de apresentação: vídeos. Aguardem por mais nóticias!

A parte de anime também não está parada, porém, devido algumas mudanças radicais que fiz, como estar quase abandonando de vez o Windows, mudarei a minha forma de acessar os animes para que eu possa colocar o conteúdo online (o primeiro episódio de cada anime) novamente.

Até mais pessoal!

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Antivírus, um circo onde os palhaços são os espectadores…

25, fevereiro, 2009 Cacá 6 comentários

Boa tarde pessoal… tudo jóia? Se preparem e atentem-se: esse artigo é importante! Para todos! E… infelizmente os palhaços somos nós mesmos, inclusive eu :( !

Vírus, trojan, malware, spyware, worm, rootkit… tudo isso são programas. Nada menos nada mais! Muitas pessoas se assutam quando ouvem falar dessas palavras e acham que é coisa de outro mundo. Eu até sou compreensível com esse fato, pois ninguém nasce sabendo. E tudo o que é ruim, malicioso, malvado, já nos faz pensarmos ser algo fora do comum.

Pois bem, vou afirmar novamente: vírus, trojan, worm, rootkit são programas como Word, Excel, Paint, Photoshop, Outlook, etc. E a única diferença entre eles, isto é, todos os programas que citei, são as funções e os papéis que fazem. Só isso. Mais nada! Nem menos!

Para ficar menos confuso e podermos seguir adiante, direi o papel que cada um faz abaixo…

  • Vírus: programas que infectam outros programas para se espalhar. Executam qualquer ação definida pelo autor do programa. Essa ação só tem um limite: a imaginação humana diante do ambiente computacional;
  • Trojan: programas que se instalam no computador e se auto executam no iniciar do mesmo. Possuem ações como roubar senhas bancárias, de email, etc. Se propagam através do meio de comunicação online em geral;
  • Spyware: programas que geralmente são instalados com a intenção de espionar os hábitos do usuário, como vasculhar quais sites ele navega, etc.
  • Worm: programas que tem somente uma única função: se espalhar através da Internet, ou seja, via MSN, EMail, Orkut, etc. com o propósito de congestionar servidores e computadores;
  • Rootkit: programas sofisticadíssimos que se infiltram no sistema operacional sendo indetectável pelo mesmo por alterar funções primárias do sistema operacional. Podem fazer praticamente tudo dentro do ambiente computacional;
  • Malware: são todos os programas que se enquadram na lista acima :P .

Seja qual for ele, qualquer programa que se enquadra na lista acima é péssimo e indesejável pelo usuário, pelo técnico, pelo analista… e extremamente vantajoso para o autor e grupos que atuam no roubo de informações.

Eu queria explicar mais sobre esses tipos de programas, porém o artigo ficaria extenso demais e cansativo para chegar nos finalmentes. Vou reservar a idéia de descrever mais a fundo para um outro artigo :) . Além disso, escrever profundamente de vírus e cia envolve escrever sobre os sistemas operacionais atuais, etc.

Entendido superficialmente a respeito dos programas maliciosos, entremos no mercado de Antivírus, onde há ganhos absurdos em termos financeiros e pouco trabalho a se fazer, e, além disso, quem paga tudo isso somos nós, patinhos de circo, ops, de lago… :( !

O mecanismo do Antivírus é nada mais do que analisar os programas que estão sendo executados no sistema operacional e verificar alguma semelhança com o seu arquivo de dados (ou banco de dados) onde estão listados todos os possíveis programas maliciosos, em outras palavras, rootkit, vírus, trojan, malware, spyware e worm. Citando um exemplo bem básico:

FAFAFAFAFAFAFAFAFAFA9090908A9A8E5D5F112A90909090

O “código” acima é a parte binária em hexadecimal de um programa qualquer. Vamos supor que a parte em vermelha execute a ação de apagar a pasta do sistema do Windows. O antivírus possui em seu banco de dados vários códigos semelhantes ao de cima e compara. Se bater, então é programa malicioso. Uma outra forma de análise é ter a assinatura do programa, ou seja, uma parte do programa que nunca muda. Explicando melhor, todo programa compilado, isto é, criado e pronto para ser executado, possui seu código binário definitivo. Fazendo uma analogia bem porca e pobre, seria como se fosse nossas digitais do dedo polegar: assim que nascemos, temos uma digital única que nunca se alterará no decorrer de nossa vida.

Uma digital qualquer

Uma digital qualquer

Um código binário qualquer

Um código binário qualquer

As imagens ao lado descrevem a analogia que fiz. Vale lembrar que o computador só interpreta somente 1 e 0. Para ficar mais legível para nós, seres humanos, transformamos na base hexadecimal (que você pode ver em destaque acima) e a usamos para trabalhar. Não vou me aprofundar nessa parte senão essa matéria não vai acabar… XD !

Tendo o esclarecimento disso, os antivirus trabalham dessa maneira: verificam o código binário do programa e comparam com os códigos existentes em seu banco de dados. Além disso, temos outros tipos de análise, nas quais podemos destacar abaixo…

  • Análise comportamental: o programa (antivírus) analisa o comportamento do programa em ações maliciosas, tais como enviar email sem parar, procurar e reescrever arquivos, interceptar navegadores, etc.
  • Análise por semelhança (ou heurística): o antivírus analisa os códigos binários por semelhança. Infelizmente esse mecanismo oferece muito falso-positivo, ou seja, acusar programas sadios de malwares.

Existem outras formas de análise, porém essas duas são as principais. O antivírus que trabalha em modo real intercepta as ações do usuário, como executar um arquivo, navegar na internet, etc. Durante essas ações, se tal programa que o usuário executou possui código malicioso, o antivírus entra em ação e impede a execução completa do programa. Podemos claramente chamar isso de ação preventiva, que costuma ser a melhor em todos casos. Aliás, costuma até ser melhor no nosso mundo biológico, não é mesmo? Eu prefiro tomar Vitamina C e deixar meu corpo resistente ao vírus Influenza a adquirí-lo em ação e ter meu corpo invadido por ele. Ações PREVENTIVAS sempre serão as melhores. Contudo isso está longe de ser feito com eficiência e eficácia total. Simplesmente porque não temos como saber de tudo nem de adivinhar o que é bom ou ruim.

Então, finalmente, entremos em nosso circo. Um circo onde nós, espectadores e, consequentemente, pagantes, somos os verdadeiros palhaços. E o restante do circo não passa de um bando de marqueteiros e aproveitadores. Antivirus não garantem a segurança do seu sistema operacional. Não garantem a integridade do mesmo. E é isso mesmo que você leu: valem nada.

Por quê? Então nada presta? O que devo usar? Com que certeza você afirma isso? Vamos lá…! A cada hora que passa, centenas e centenas de trojans são criados ou, até mesmo, gerados por outros programas! Olha o ponto que chegamos: programas criados para gerar outros programas! Veja que eu usei “gerar” em vez de “criar” porque “gerar” nos passa a sensação de que foi feito automático, quando “criar” não :) ! É isso mesmo: os programas criados possuem códigos pré-escritos que sofrem mudanças aleatórias para gerar programas que possuem assinaturas diferentes em seu código, porém fazendo a mesma coisa. É a mesma coisa que ocorre com o vírus biológico Influenza. A assinatura, isto é, o DNA/RNA dele se modifica, fazendo com que nossos anti-corpos não o detectem como invasor. E, assim, ele faz a festa em nosso lindo e frágil corpo! Por esses motivos, tanto as nossas vacinas biológicas como as computacionais precisam sempre estar atualizadas. Vejam que o conceito e o princípio é o mesmo em ambas áreas: exatas e humanas.

O problema é que no mundo computacional as possibilidades são maiores e sem controle, uma vez que nós não podemos acusar qualquer ação de um programa por qualquer ato que implique em invasão de privacidade ou danos aos arquivos. Exemplificando, não podemos acusar o programa Outlook Express porque existe a função de enviar email em massa contida nele. Tá bom, e daí? E o que tudo isso tem a ver com a ineficácia e ineficiência dos antivirus? Vamos para o próximo parágrafo…

Vamos supor que eu coloque no ar o programa Limpador de Arquivos Inúteis, no qual uso na USP e outras empresas que trabalhei.

É, ele existe mesmo! Como podes ver!

É, ele existe mesmo! Como podes ver!

Aparentemente podemos ver que se trata de um programa inofensivo e útil. Sim, ele realmente é útil e inofensivo porque o seu criador não tem intenção maliciosa alguma. Porém… nada me impede de divulgar esse programa, obter sucesso, lançar uma nova versão e, nessa versão, colocar um código que vasculhe o computador da pessoa por senhas armazenadas e envie para mim via email. E não, NENHUM antivírus vai detectar. De onde tiro essa certeza? Da própria assinatura do programa. Nenhum antivírus vai acusar por ele simplesmente não ser divulgado e nem reportado como maliciosamente. Nem mesmo as ações mais pesadas do antivírus como análise heurística e análise comportamental, afinal existem centenas de programas que fazem a mesma coisa, porém com intenções diferentes!

Suporemos que, finalmente, muitas pessoas divulguem que meu programa é malicioso e as empresas de programas de segurança resolvam incluir a assinatura binária de meu programa em seus bancos de dados. Todos antivírus atualizados passarão a detectá-lo. E o kiko? Cuma? É isso mesmo: e o kiko?!?!?! Para resolver uma situação simples dessas, eu recompilo meu programa, ou seja, crio nova assinatura que faz a mesma coisa ou mais e continuo divulgando. Os maravilhosos antivírus atualizadíssimos não detectarão. E a festa continua sendo feita… e se eu quiser ir mais além, posso criar uma versão dele que se modifica a cada execução. O circo e a festa serão maiores ainda!

Falei e falei… ou melhor, escrevi e escrevi! O espectador paga para ir ao circo para apreciar o momento e não pagar papel de palhaço. No mundo dos antivírus, o circo é algo extremamente lucrativo, pois os integrantes pouco trabalham e os espectadores fazem o papel deles! Qual a solução então? Não existe? Claro que existe… e várias! Porém a ideal é um sonho bem distante.

Soluções, finalmente!

  • A solução ideal: que o sistema operacional mais usado no mundo por usuários doméstico tivesse segurança e permissão conceitual. E mudança dos hábitos dos usuários em usar o sistema operacional como usuário, nunca como administrador. Menciono, claramente, do nosso famoso Windows.
  • Utilização de software livre: programas que possuem seu código-fonte aberto para a comunidade estão praticamente imunes às intenções maliciosas, já que a comunidade se auto monitora constantemente. Usando esses programas você ajuda e divulga para que fique cada vez melhor;
  • Consciência esclarecida: Essa é uma das mais difíceis, afinal, hoje em dia, os malwares se infectam mais pela ingenuidade (ou engenharia social) do usuário. Não existe mais aquela situação de que seu computador foi infectado sozinho. Sempre foi alguém que executou algo que não devia. Esse artigo aqui faz parte dessa solução!
  • Utilização de sistemas operacionais alternativos: Linux e MacOSX não estão isentos de vírus, trojan, rootkits, etc. Porém, a quantidade é infinitamente menor por eles terem a permissão conceitual, o que dificulta muito a proliferação das pragas. Além disso, os usuários desse sistema operacional costumam ser mais conscientizados. Ainda temos um fator marcante ao lado do Linux: 90% dos programas executados são código-fonte aberto!

A utilização de antivírus até ajuda para os usuários leigos. O problema é que ela não resolve por completo. O usuário leigo sempre consegue fazer algo que o antivírus NÃO vai pegar! E quando é rootkit, a festa é maior ainda: os rootkits desativam os antivírus ou fazem-nos funcionar como se estivesse tudo certo! Dessa maneira a sensação falsa de segurança é maior ainda! Mais perigosa, consequentemente…

Então… em vez de gastar dinheiro com esses maravilhosos produtos abaixo…

Norton, Avast, NOD32 e AVG

Norton, Avast, NOD32 e AVG

Gaste o seu tempo e seu precioso dinheiro com cursos básicos de segurança e leia artigos como esse que você acabou de ler! Com a conscientização geral, teremos um mundo virtual mais limpo e sem sacanas querendo ganhar dinheiro com produtos que valem nada!

No próximo artigo explicarei algumas dicas básicas que nos salvam de 90% das pragas! O maior meio da proliferação dessas pragas é a pura e simples engenharia social. Algo totalmente HUMANO! Vejam como é legal isso… para divulgar algo totalmente matemático precisamos usar, abusar e conhecer o lado humano! Para que as atitudes humanas façam as nossas reais intenções. É assim que funciona hoje em dia os programas maliciosos, ditos malwares!

Usem a área de comentários para discutir, acresentar, criticar, corrigir-me, etc :D .

Até a próxima :) !

Novos animes…

19, fevereiro, 2009 Cacá 2 comentários

Boa noite galera, tudo jóia???

Aqui vai a Lista B “completa”… coloquei entre aspas porque, tanto a lista A como a lista B, apesar de estarem completas, quando eu arquivar algum novo anime começado com essas letras, este será incluído na lista… ou seja, de completas elas nunca estarão!

Cliquem lá em cima, passando o cursor em Anime e clicando em Lista (ou aqui mesmo… :P )! São 16 animes a mais para vocês conhecerem e, obviamente, o belo trabalho dos fansubs brasileiros.
A lista fansub será atualizada em breve também. Divulguem para todos, para que todos nós tenhamos consciência do belo trabalho que é feito na divulgação dos animes! E eu estou nessa!

Até mais!

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Ruby, java, freebsd, vmware… e daí?!?

17, fevereiro, 2009 Cacá Sem comentários

É, e daí? Primeiramente esclarecerei uma coisa comum entre todas essas palavras que citei no título: portabilidade, ou melhor, pelo menos tentam seguir a portabilidade. O mundo da TI tem muitos nichos especializados e abrangentes. Tanto em hardware como em software. E… bem, está difícil prever alguma coisa. A única tendência radical que vejo hoje é a valorização total da portabilidade. Mas ela não é nova. É super antiga. Até mesmo antes de eu nascer!

Para os iniciantes (ou curiosos, seja o que você quer que seja definido aqui :D ) que entenderam nada, continuem lendo abaixo. Para os que entendem do conceito de computador, software e hardware, pulem direto para “Dita as definições, eis…“. Como tenho a intenção de atingir praticamente todos tipos de leitores, tenho de esclarecer várias informações antes. O ser humano tenta seguir um padrão. Há grupos e grupos que criam coisas padronizadas para que haja uso universal. Por causa disso temos infinitas arquiteturas distintas, concorrentes ou semelhantes. Arquiteturas de software e hardware. Tudo o que você, usuário, vê na tela é processado em tempo real, passando do hardware – a máquina em si, contando todos os periféricos usados – para o software, onde temos o sistema operacional que faz o intermediário entre hardware e aplicativos: word, excel, java, ruby, vmware, notepad, calculadora…

Explicado este conceito de hardware e software, partiremos para onde quero chegar: portabilidade. Como sabemos, temos infinitas plataformas e arquiteturas: i386, x64, Itanium, Sparc, etc. O hardware por si não funciona sozinho: ele precisa de um aplicativo que pode ser o próprio sistema operacional ou um programa especializado caso o hardware seja específico.

Para ficar mais claro o que quero dizer… tudo o que é eletrônico hoje em dia que processa e executa alguma coisa PODE ser chamado de “computador“. Todos videogames que tivemos, temos e teremos são computadores. O conceito é o mesmo. As únicas coisas que mudaram foram o hardware e o software. Mas o princípio é o mesmo. Se eu conhecesse a arquitetura usada no nosso famoso Super Nintendo, vulgo SNES, e tivesse as tais ferramentas necessárias como cartucho regravável, eu poderia criar uma calculadora (programa) e executá-la no SNES.

SNES!!!

Acredite: isso pode executar uma calculadora como a do Windows XP!

O celulares atuais são praticamente mini-computadores também. Enfim… (quase) tudo que executa e processa informações pode ser chamado de computador.

Explicando os termos citados do título…

  • Ruby: linguagem de programação interpretada usada para criar programas. Veja que software, programa e aplicativo são a mesma coisa;
  • Java: idem acima… mas mais maduro e com outros recursos “diferenciados”;
  • FreeBSD: sistema operacional baseado em UNIX, largamente utilizado em servidores de alta performance e segurança. Pode ser utilizado como desktop, isto é, para uso pessoal e entretenimento;
  • VMWare: aplicativo que simula/emula/cria um hardware. Este hardware é virtual, obviamente. Tudo o que se relaciona a software é estritamente virtual.

Dita as definições, eis aqui uma ordem: Hardware -> Windows -> VMWare -> FreeBSD -> Java -> Ruby.

Vamos criar um código em Ruby:

puts “################################”
puts “## Programa Exemplo ##”
puts “## Por Carlos Frederico ##”
puts “###############################”
puts “”
puts “Insira o seu nome completo:”
puts “”
str_nome = gets.chomp!
p “O nome que você digitou foi: ”
p str_nome

Executaremos esse código usando o Java. Na realidade será o JRuby, que é nada mais que o interpretador para Ruby feito em Java. E Java já é algo interpretado/compilado!

Na ordem mencionada acima, especificarei alguns pontos:

Hardware -> Pentium III 1Ghz com 1GB de RAM;
Windows -> Windows XP;

Iniciando o VMWare no Windows XP, podemos criar qualquer tipo (quer dizer, configurações, não arquiteturas) de hardware virtual que, por sua vez, executará os sistemas operacionais disponíveis na plataforma x86.

freebsd_no_vm

FreeBSD executado no VMWare instalado no Windows XP

Feito isso, instalamos o Java no FreeBSD e depois o JRuby. Usamos o JRuby para executar o código escrito em Ruby! Um exemplo segue abaixo numa tela para vocês verem melhor…

Programa escrito em Ruby sendo executado

Programa escrito em Ruby sendo executado

Como vocês podem observar, esse resultado será o MESMO que eu fizer no conjunto descrito anteriormente: Hardware -> Windows -> VMWare -> FreeBSD -> Java -> Ruby. Na tela acima, o conjunto é somente Hardware -> Windows -> Ruby. Onde que eu quero chegar nisso? Quero apenas mostrar o poder dessa tendência! A linguagem totalmente interpretada como Ruby, que tem o objetivo de ser executada onde você quiser com o mínimo possível de modificações, tem o máximo alvo de ser fácil e rápida. Só o fato dela ter como objetivo a portabilidade, com a virtualização, o manuseio se expande ao infinito.

Mostrarei as possíveis combinações de executarmos o arquivo teste.rb (que possui os códigos escritos em Ruby) sem modificação alguma…

  • Hardware -> Windows -> Ruby
  • Hardware -> FreeBSD -> Ruby
  • Hardware -> Linux -> Ruby
  • Hardware -> Mac OSX -> Ruby
  • Hardware -> Mac OSX -> VMWare -> FreeBSD -> Ruby
  • .
  • .
  • .

As combinações são muitas. A mesma coisa seria possível com o Java. Contudo… nada é de graça. A portabilidade perfeita nunca vai existir pelo simples motivos de cada sistema operacional possuir suas peculiariedades! No Windows XP não temos o protocolo Socket UNIX. É algo nativo dos sistemas baseados em Unix (se bem que até mesmo o Windows tem algo dele… mas aí é outra história). Executar um programa escrito em Ruby que UTILIZA socket unix não vai funcionar no Windows XP. E é aí que entra as máquinas virtuais, ou melhor, os hardwares virtuais.

Se temos um servidor de grande capacidade e mal utilizamos 20% desse servidor, nada mais fácil que aproveitá-lo para executar vários servidores virtuais.
A virtualização nos traz três vantagens cruciais: portabilidade, alta disponibilidade e segurança.

  • Portabilidade: se o hardware que executa a máquina virtual estiver defasado ou pifar, basta mover a máquina virtual para outro hardware mais robusto.
  • Alta disponibilidade: a máquina virtual não passa de arquivos para o sistema operacional que executa ela. Sendo assim, basta copiar os arquivos para termos uma nova máquina virtual e disponibilizar em qualquer outro hardware.
  • Segurança: a máquina virtual executa de modo isolado. Há a possibilidade de compartilhar recursos entre as máquinas virtuais ou até mesmo com o sistema operacional nativo.

Porém, como nem tudo são flores, já existem vírus especializados em infectar máquinas virtuais, fazendo com que o vírus se infiltre dentro das máquinas virtuais e, assim, se propagar. Entretanto, não é motivo algum para desanimar, já que é possível guardar uma máquina virtual em outros dispositivos de armazenamentos isolados (DVD, por exemplo) e usá-la mais tarde em qualquer outro hardware. Além disso, esses vírus são bem raros e temos que ter o mesmo cuidado que temos com os vírus atuais :)

Bem… já deu para ver como é uma grande tendência, né? :D ! Por esse fato, meu serviços que lançarei com mais detalhes na seção Serviço se baseiam em soluções virtualizadas :) ! Facilita para o cliente e para o fornecedor!

No próximo artigo teremos mais detalhes… aguardem! Ah, e pretendo colocar a Lista B de animes o mais rápido possível :)